
João Henrique chegou a Câmara Municipal por volta das 10h30 da manhã, cinco horas antes do seu discurso de abertura dos trabalhos do legislativo. Refugiado no gabinete de Pedro Godinho, presidente da Casa, o prefeito só foi embora após os apelos do Governador Jacques Wagner para que os sindicalistas encerrassem o protesto contra o prefeito por volta das 18h30.
Os protestos contra o prefeito estavam a 500 metros da prefeitura, do outro lado da rua. Pela manhã, João Henrique conseguiu driblar os manifestantes, mas na hora de ir embora, receoso, pediu apoio a Wagner alegando que a manifestação tinha sido orquestrada. Assessores do governador entraram em contato com a direção dos sindicatos para que a manifestação fosse suspensa.
O Sindicato dos Vigilantes, um dos que organizaram o protesto contra João Henrique, seria ligado a vereadora Marta Rodrigues, do PT. O APLB-Sindicato, que apóia os professores da rede municipal, é controlada pelo PC do B. Os agentes de saúde seriam ligados Gilmar Santiago, também do PT.
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