Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) conseguiu derrubar na Justiça a liminar que dava à companhia Master Top Linhas Aéreas (MTA) o direito de fazer o transporte de carga postal noturna no trecho Manaus-Brasília-São Paulo no valor de R$ 44,9 milhões.
De acordo com Mario Renato Silva, chefe do Departamento de Relações Institucionais dos Correios, desde segunda-feira uma nova empresa é responsável pela operação.
A MTA tem sido alvo de denúncias de irregularidades desde agosto, quando foi revelado que o então diretor de operações dos Correios, Eduardo Artur Rodrigues Silva, presidia também a MTA e que a companhia aérea havia fechado vários contratos com a estatal. Silva pediu demissão em setembro.
A linha licitada é considerada estratégica porque representa 13% do valor total da malha e 14% da capacidade de carga contratada pelos Correios. Ao jornal "O Estado de S.Paulo", Pagliaro disse que a MTA vem passando por dificuldades financeiras, mas afirmou que a companhia continuará operando os outros contratos vigentes com os Correios.
De acordo com Mario Renato Silva, chefe do Departamento de Relações Institucionais dos Correios, desde segunda-feira uma nova empresa é responsável pela operação.
A MTA tem sido alvo de denúncias de irregularidades desde agosto, quando foi revelado que o então diretor de operações dos Correios, Eduardo Artur Rodrigues Silva, presidia também a MTA e que a companhia aérea havia fechado vários contratos com a estatal. Silva pediu demissão em setembro.
A linha licitada é considerada estratégica porque representa 13% do valor total da malha e 14% da capacidade de carga contratada pelos Correios. Ao jornal "O Estado de S.Paulo", Pagliaro disse que a MTA vem passando por dificuldades financeiras, mas afirmou que a companhia continuará operando os outros contratos vigentes com os Correios.
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