Os professores das universidades federais da Bahia (Ufba) e do Recôncavo
da Bahia (UFRB) e do Instituto Federal da Bahia (Ifba) decidiram que
não vão aderir à paralisação nacional das universidades federais.
O referendo dos docentes promovido pela Associação dos Professores Universitários da Bahia (Apub) começou na terça-feira (5) e terminou nesta quarta-feira (6). Dos 813 votos, 415 foram contra a greve e 390 a favor, 4 brancos e 4 nulos.
Em nota, a Apub afirmou que os professores devem continuar desenvolvendo suas atividades normalmente. Em todo país, 51 instituições federais de ensino superior aderiram à paralisação.
Professores questionam referendo
Alguns professores estão questionando o referendo realizado pela Apub. Segundo o professor Nery, do curso de Medicina da Ufba, muitos professores não participaram da votação por acreditar que o plebiscito é ilícito. "Tanto que no universo de 3 mil professores, apenas 800 votaram. A maioria que está à frente do comando de greve não votou", afirmou o professor.
A professora Cíntia Cardeal da UFRB entrou em contato com o Metro1 para afirmar que a universidade do Recôncavo também está parada. "Os docentes da UFRB estão em greve desde o dia 17 de maio, cujo sindicato representativo é a APUR. A APUB está associada aos docentes da UFBA", disse a professora.
O referendo dos docentes promovido pela Associação dos Professores Universitários da Bahia (Apub) começou na terça-feira (5) e terminou nesta quarta-feira (6). Dos 813 votos, 415 foram contra a greve e 390 a favor, 4 brancos e 4 nulos.
Em nota, a Apub afirmou que os professores devem continuar desenvolvendo suas atividades normalmente. Em todo país, 51 instituições federais de ensino superior aderiram à paralisação.
Professores questionam referendo
Alguns professores estão questionando o referendo realizado pela Apub. Segundo o professor Nery, do curso de Medicina da Ufba, muitos professores não participaram da votação por acreditar que o plebiscito é ilícito. "Tanto que no universo de 3 mil professores, apenas 800 votaram. A maioria que está à frente do comando de greve não votou", afirmou o professor.
A professora Cíntia Cardeal da UFRB entrou em contato com o Metro1 para afirmar que a universidade do Recôncavo também está parada. "Os docentes da UFRB estão em greve desde o dia 17 de maio, cujo sindicato representativo é a APUR. A APUB está associada aos docentes da UFBA", disse a professora.

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