Os médicos do estado mantêm a suspenão das atividades e todos os
atendimentos eletivos neste segundo dia de paralisação. De acordo com os
médicos da Secretária de Saúde da Bahia (Sesab), a "greve" é um aviso
ao governo e uma mostra da insatisfação da categoria.
O secretário de Saúde do estado, Jorge Solla, se reuniu com a categoria na semana passada e apresentou uma proposta de reajuste de salário, porém, os médicos afirmam que o secretário não convenceu e que os números e prazos apresentados estavam indefinidos.
De acordo com o Sindmed, a Sesab só não concorda com a gratificação para os plantões de 12 horas. Já para os plantões de 24 horas foi aceita a proposta do Sindicato, de R$800 para os plantões da semana e R$1000 para os finais de semana. A gratificação tem por objetivo também estimular os médicos a migrarem dos contratos de 12 para os de 24 horas.
O secretário de Saúde do estado, Jorge Solla, se reuniu com a categoria na semana passada e apresentou uma proposta de reajuste de salário, porém, os médicos afirmam que o secretário não convenceu e que os números e prazos apresentados estavam indefinidos.
De acordo com o Sindmed, a Sesab só não concorda com a gratificação para os plantões de 12 horas. Já para os plantões de 24 horas foi aceita a proposta do Sindicato, de R$800 para os plantões da semana e R$1000 para os finais de semana. A gratificação tem por objetivo também estimular os médicos a migrarem dos contratos de 12 para os de 24 horas.

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