Quem sonha em ver o Pelourinho bonito, alegre e seguro terá que esperar alguns anos. Isso por que o plano de reabilitação que existe desde 2007, só foi lançado este ano e mesmo assim, ainda não tem previsão de quando as obras vão começar.
O plano foi construído em parceria com o Governo do Estado, a Prefeitura e a União com 14 propostas de mudanças e um orçamento de R$ 627 milhões para ser investido. As propostas são ligadas as áreas de segurança, acessibilidade, limpeza e estrutura e tem previsão de conclusão em 2014.
De acordo com a coordenadora do escritório de referência, Beatriz Lima, o Plano não tem a ver com a Copa do Mundo. “Quando o Plano foi proposto não tinha a Copa, mas a Copa de certa forma interveio. Parte dos recursos dessa obra será captado e estão em processo de licitação e o edital deve estar na rua em outubro ou novembro”, explica.
Com a licitação ainda por vir não há como definir o início das obras, nem o término da primeira etapa das obras. Se alguma obra iniciar ainda em 2010 apenas será feita ações como coleta seletiva, iluminação pública e início da habilitação da Vila Nova Esperança.
Administração do Pelourinho – o jogo de empurra é um fato quando o assunto é o Pelourinho. Nem mesmo o prefeito sabe quem administra o local. “Durante muitos anos ele foi administrado pelo Governo do Estado, mas hoje fica a dicotomia devolve o Pelourinho para a Prefeitura, não devolve. Está nessa indefinição.”, afirma.
Retrato – Na década de 90 existiam 397 estabelecimentos comerciais, 64 restaurantes, 27 hotéis e pousadas e atrações musicais diárias. Em dezembro de 2009 ficaram 275 estabelecimentos comerciais, 42 restaurantes e 16 hotéis. As apresentações musicais ficaram restritas.
De janeiro a agosto foram registrados 180 estabelecimentos comerciais em funcionamento. Os dados foram fornecidos pela associação comercial do Pelourinho e comprovam a necessidade de mudanças urgentes. Os projetos culturais ocorrem agora de maneira sazonal.
O plano foi construído em parceria com o Governo do Estado, a Prefeitura e a União com 14 propostas de mudanças e um orçamento de R$ 627 milhões para ser investido. As propostas são ligadas as áreas de segurança, acessibilidade, limpeza e estrutura e tem previsão de conclusão em 2014.
De acordo com a coordenadora do escritório de referência, Beatriz Lima, o Plano não tem a ver com a Copa do Mundo. “Quando o Plano foi proposto não tinha a Copa, mas a Copa de certa forma interveio. Parte dos recursos dessa obra será captado e estão em processo de licitação e o edital deve estar na rua em outubro ou novembro”, explica.
Com a licitação ainda por vir não há como definir o início das obras, nem o término da primeira etapa das obras. Se alguma obra iniciar ainda em 2010 apenas será feita ações como coleta seletiva, iluminação pública e início da habilitação da Vila Nova Esperança.
Administração do Pelourinho – o jogo de empurra é um fato quando o assunto é o Pelourinho. Nem mesmo o prefeito sabe quem administra o local. “Durante muitos anos ele foi administrado pelo Governo do Estado, mas hoje fica a dicotomia devolve o Pelourinho para a Prefeitura, não devolve. Está nessa indefinição.”, afirma.
Retrato – Na década de 90 existiam 397 estabelecimentos comerciais, 64 restaurantes, 27 hotéis e pousadas e atrações musicais diárias. Em dezembro de 2009 ficaram 275 estabelecimentos comerciais, 42 restaurantes e 16 hotéis. As apresentações musicais ficaram restritas.
De janeiro a agosto foram registrados 180 estabelecimentos comerciais em funcionamento. Os dados foram fornecidos pela associação comercial do Pelourinho e comprovam a necessidade de mudanças urgentes. Os projetos culturais ocorrem agora de maneira sazonal.
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