A Polícia Federal vai decidir nesta terça-feira (14) se abrirá ou não inquérito criminal contra a atual chefe da Casa Civil, Erenice Guerra. O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Luiz Fernando Corrêa, nesta segunda (13) que a Corregedoria Geral da instituição (Coger) analise se a denúncia de tráfico de influência contra a ministra, publicada na revista Veja. Caso inquérito seja aberto, a situação de Erenice pode se tornar insustentável no cargo, uma vez que ela já é, desde hoje, alvo de investigação na Comissão de Ética do Palácio do Planalto.
A consulta à Coger é feita sempre que a PF abre inquérito de ofício, sem provocação externa. É uma cautela para evitar que se levante suspeição sobre os motivos da iniciativa. A coordenação, que é comandada pelo delegado Valdinho Jacinto Caetano, avaliará se na denúncia existem indícios objetivos de crimes de tráfico de influência, desvio de dinheiro público para pagamento de propina e advocacia administrativa.
Reportagem da revista Veja desta semana afirma que Israel Guerra, afiançado pela mãe, teria intermediado, em troca de propina, negócios de empresários com o governo.
Outro fato que agravou a situação da ministra foi a exoneração de seu assessor, Vinícius de Oliveira Castro. Ele ediu exoneração nesta segunda-feira (13) do cargo após ter seu nome envolvido num suposto esquema que beneficia empresas com contratos no governo federal.
A consulta à Coger é feita sempre que a PF abre inquérito de ofício, sem provocação externa. É uma cautela para evitar que se levante suspeição sobre os motivos da iniciativa. A coordenação, que é comandada pelo delegado Valdinho Jacinto Caetano, avaliará se na denúncia existem indícios objetivos de crimes de tráfico de influência, desvio de dinheiro público para pagamento de propina e advocacia administrativa.
Reportagem da revista Veja desta semana afirma que Israel Guerra, afiançado pela mãe, teria intermediado, em troca de propina, negócios de empresários com o governo.
Outro fato que agravou a situação da ministra foi a exoneração de seu assessor, Vinícius de Oliveira Castro. Ele ediu exoneração nesta segunda-feira (13) do cargo após ter seu nome envolvido num suposto esquema que beneficia empresas com contratos no governo federal.
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